Ano de eleição no Brasil, significa que as promessas megalomaníacas serão feitas aos 4 ventos e a todos quantos possam render algum voto ao ‘pagador de promessa’.

Muitos Cristãos oram pelo bem do País, mas não observam que toda construção feita sob alicerce fraco não tem como dar certo. Os princípios econômicos importam muito, no resultado a longo prazo que uma nação colherá; A seguir uma coletânea de afirmações de 3 importantes economista dos seculo 20, sobre a economia e os seus efeitos.

Por Mises Brasil

O compêndio de incoerências e desconhecimentos acerca de princípios básicos de economia é, literalmente, infinito. Ainda mais trágico talvez seja o fato de que, na área social, o raciocínio crítico foi substituído por aquilo que simplesmente “soa bonito”.

A seguir, as melhores frases de três grandes economistas do século XX que capturaram bem este espírito de desconsideração para com o bom senso.

Thomas Sowell

Um dos mais lamentáveis sinais de nossos tempos é que demonizamos aqueles que produzem, subsidiamos aqueles que se recusam a produzir, e canonizamos aqueles que só fazem reclamar.

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Se você vota em políticos que lhe prometem benesses com o dinheiro dos outros, então você não tem o direito de reclamar quando eles tomam o seu dinheiro e o distribuem para terceiros, inclusive para eles próprios

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É difícil imaginar uma maneira mais ignara e mais perigosa de tomar decisões do que colocar essas decisões nas mãos de pessoas que não pagarão preço nenhum por estarem erradas.

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O argumento utilizado pelos defensores da saúde pública é o de que os custos da saúde são altos demais. Sendo assim, a população não tem condições de arcar com médicos, hospitais e remédios. Consequentemente, os serviços de saúde têm de ser fornecidos pelo estado.

Mas se a população não pode bancar médicos, hospitais e remédios, então como é que ela poderá bancar médicos, hospitais, remédios e mais toda uma burocracia federal para administrar todo este sistema de saúde estatal?

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Quando você quer um “serviço grátis”, o que você realmente está querendo é dar o seu dinheiro para um burocrata do estado, que então irá repassá-lo terceiros escolhidos por políticos, os quais irão prover o serviço de acordo com critérios especificados por burocratas e políticos, e não por você, consumidor.

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A ciência econômica e a ciência política lidam com o mesmo problema fundamental: a soma de tudo aquilo que as pessoas querem é maior que tudo aquilo que já foi produzido. A demanda e os desejos são sempre maiores que a oferta.

Economias de mercado lidam com este problema de maneira simples e imbatível: por meio do sistema de preços. Os indivíduos são confrontados com os custos de produzir tudo aquilo que querem, e então têm de fazer decisões mutuamente excludentes de acordo com os preços que transmitem esses custos. Isso gera prudência, frugalidade e disciplina, sempre de acordo com as circunstâncias e preferências de cada indivíduo.

Por isso, a primeira lição da economia é a escassez: os recursos não são infinitos. A quantidade de bens e serviços existentes nunca é o bastante para satisfazer todos os desejos e necessidades das pessoas.

Já a primeira lição da política é desconsiderar a primeira lição da economia.

A política lida com o mesmo problema da economia de maneira oposta: fazendo promessas que não podem ser cumpridas, ou que só podem ser cumpridas criando outros problemas que são ignorados no momento em que as promessas são feitas.

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Sempre pedem que economistas prevejam como a economia estará em uma data futura. Só que previsões econômicas envolvem prever o que os políticos farão com a economia — e nada é mais imprevisível que isso.

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O governo, por definição, não tem como “criar empregos”.

Todos os recursos que o governo possui foram extraídos do setor privado (via tributação ou empréstimos). Consequentemente, utilizar esses recursos para criar empregos (seja na máquina pública, seja por meio de obras públicas) significa reduzir a disponibilidade destes mesmos recursos para criar empregos no setor privado.

Enquanto as pessoas forem incapazes de olhar para além das aparências superficiais, os políticos continuarão brincando de Papai Noel com todos os tipos de promessas mirabolantes, ao mesmo tempo em que deixam um legado de ruínas e destruição pelo caminho — como um maior endividamento, uma maior carga tributária e um maior desemprego, não obstante todos os empregos “criados”.

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Se houver alguma vaga no Livro Guinness dos Recordes Mundiais para palavras que são repetidas frequentemente ao longo dos anos como sinônimo de algo bom, mas sem qualquer evidência disso, “diversidade” seria uma candidata imbatível.

A diversidade é necessária para gerar sociedades robustas? A população homogênea do Japão deixou o país mais atrasado? Ou mesmo a população homogênea (ainda que em menor grau) dos países escandinavos?

Os Bálcãs por acaso foram abençoados por sua heterogeneidade — ou a própria palavra “balcanização” nos remete a séculos de lutas, derramamento de sangue, e inenarráveis atrocidades, que duram até hoje?

A Europa se tornou um lugar mais seguro após importar um vasto número de pessoas do Oriente Médio com uma cultura hostil aos mais fundamentais valores da civilização ocidental?

Não é a diversidade mas sim a capacidade de superar os problemas inerentes à diversidade o que torna uma nação forte e próspera.

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Se as instituições educacionais de hoje — desde escolas a universidades — estivessem tão interessadas em diversidade de ideias quanto estão obcecadas com diversidade racial e sexual, os estudantes ao menos adquiririam experiência ao ver as pressuposições que existem por trás de diferentes visões, e entenderiam a função da lógica e da evidência ao debaterem tais diferenças.

No entanto, a realidade é que um estudante pode passar por todo o seu ciclo educacional, desde o jardim de infância até seu doutoramento, sem entrar em contato com absolutamente nenhuma visão de mundo que seja fundamentalmente diferente daquela que prevalece dentro do espectro de opiniões autorizadas e politicamente corretas que domina o nosso sistema educacional.

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O fato mais fundamental sobre as idéias da esquerda política é que elas não funcionam. Por isso, não é de se surpreender que a esquerda esteja majoritariamente concentrada naquelas instituições onde idéias não têm de funcionar para sobreviver.

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Dizer que a ganância é a causadora de algum problema econômico específico é o mesmo que dizer que a gravidade é a culpada por acidentes aéreos.

É fato que aviões não cairiam se não fosse pela gravidade. Porém, quando milhares aviões voam milhões de quilômetros diariamente sem cair, atribuir à gravidade a explicação por um desastre aéreo específico não o levará a lugar nenhum. Tampouco terá algum efeito esclarecedor falar que um problema específico foi gerado pela “ganância”, a qual é uma constante tão inevitável quanto a gravidade.

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Quando adolescentes criminosos e assassinos são rotulados de “jovens problemáticos” por pessoas que se identificam como sendo de esquerda, isso nos diz mais sobre a mentalidade da própria esquerda do que sobre esses criminosos violentos propriamente ditos.

Raramente há alguma evidência de que os criminosos sejam meramente ‘problemáticos’, e frequentemente abundam evidências de que eles na realidade estão apenas se divertindo enormemente ao cometer seus atos criminosos sobre terceiros.

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Os justiceiros sociais — também conhecidos como “Os Ungidos” — jamais atribuem culpa ao indivíduo. Para eles, desgraças como pobreza, sexo irresponsável e crime são causadas exclusivamente pela ‘sociedade’, e não pelas escolhas e pelo comportamento do indivíduo.

Acreditar em coisas como ‘responsabilidade individual’ seria abolir todo o papel especial desempenhado pelos Ungidos, que se vêem como os únicos salvadores das pessoas tratadas injustamente pela ‘sociedade’.

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É difícil encontrar um progressista que ainda não tenha inventado uma nova “solução” para os “problemas” da sociedade. Com frequência, tem-se a impressão de que existem mais soluções do que problemas.

A realidade, no entanto, é que vários dos problemas de hoje são resultado das soluções de ontem.

No cerne da visão de mundo da esquerda jaz a tácita presunção de que pessoas imbuídas de elevados ideais e princípios morais — eles próprios — sabem como tomar decisões para outras pessoas de forma melhor e mais eficaz do que estas próprias pessoas.

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De acordo com a teoria defendida pelos adeptos da redistribuição de renda, confiscar a riqueza das pessoas mais bem-sucedidas e redistribuí-la para os mais pobres fará com que toda a sociedade se torne mais próspera.

Só que, no mundo real, só é possível confiscar a riqueza que já existe em um dado momento. Não é possível confiscar a riqueza futura; e é menos provável que essa riqueza futura seja produzida quando as pessoas se derem conta de que ela também será confiscada.

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O fato de que muitos políticos de carreira são mentirosos descarados e compulsivos não é apenas uma característica inerente à classe política; é também um reflexo do eleitorado. Quando as pessoas querem o impossível, somente os mentirosos demagogos podem satisfazê-las.

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Será que é realmente tão surpreendente que eleitores com expectativas fantasiosas e irreais elejam políticos que mentem descaradamente sobre serem capazes de cumprir tais fantasias?

Promessas sublimes sobre “justiça social” e “igualdade” não passam de estratagemas feitos para aumentar o poder destes próprios políticos, uma vez que tais belas palavras não possuem nenhuma definição concreta.  Elas nada mais são do que um cheque em branco para criar uma gigantesca disparidade de poder — a qual, em comparação, ofusca completamente as disparidades de renda. E é muito mais perigosa.

Quem não entende o completo cinismo que existe na política não entende nada de política.

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Walter Williams

No infindável debate sobre “justiça social”, a definição de “justo” tem sido debatida por séculos. No entanto, permita-me oferecer a minha definição de justiça social: eu mantenho tudo aquilo que eu ganho com o meu trabalho e você mantém tudo aquilo que você ganha com o seu trabalho.

Discorda? Então diga-me: qual porcentagem daquilo que eu ganho “pertence” a você? Por quê?

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Democracia e liberdade não são sinônimos.  A democracia é apenas a irracionalidade das multidões; a liberdade é a soberania do indivíduo.

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Os beneficiários de políticas protecionistas e de políticas de subsídios sempre são muito visíveis. Já suas vítimas são invisíveis. Os políticos adoram esse arranjo. E o motivo é simples: os beneficiados sabem em quem devem votar em agradecimento ao arranjo; já as vítimas não sabem quem culpar pelo desastre.

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Para os adeptos do multiculturalismo e da diversidade, coisas como cultura, ideias, costumes, artes e habilidades são uma questão racial, e são determinadas pelo grupo ao qual você pertence. Para tais pessoas, assim como um indivíduo não tem controle sobre a raça a que pertence, ele também não tem controle sobre sua cultura.

Essa é uma ideia racista, mas é um racismo politicamente correto. Ela diz que as convicções, os valores e o caráter não são determinados pelo discernimento pessoal e pelas escolhas feitas, mas sim determinados geneticamente. Em outras palavras, como os racistas de outrora afirmavam: a raça determina a identidade.

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Lawrence Reed

Você já notou como os estatistas estão constantemente “reformando” seu próprio trabalho? Reforma tributária, reforma trabalhista, reforma política, reforma previdenciária, reforma educacional, reforma sindical, reforma da saúde.

O simples fato de eles sempre estarem ocupados “reformando” suas obras é uma admissão implícita de que eles não acertaram nada nas outras 50 vezes que tentaram.

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Para a esquerda progressista, dado que as pessoas não são decentes e compassivas o bastante para ajudar seus semelhantes que estão na aflição, a solução é eleger políticos que sejam mais decentes e compassivos do que essas pessoas egoístas.

Esses políticos irão confiscar o dinheiro dessas pessoas egoístas — sob a ameaça de aprisionamento caso haja resistência —, repassá-lo para uma custosa e ineficiente burocracia, e gastar o que sobrar com os pobres, não para realmente solucionar o problema da pobreza, mas sim para torná-lo perpétuo de maneira a criar uma dependência sem fim.

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O que dizer dos programas de transferência de renda, cujo dinheiro, em grande parte, não vai para os pobres, que ficam com as migalhas, mas sim para os próprios membros da burocracia que coordena todo o esquema, para os consultores, e para as empreiteiras que constroem as moradias populares?

Os pobres são maldosa e intencionalmente transformados em uma subclasse perpétua, dependente do governo, para que membros da burocracia e empresários ligados ao governo possam viver confortavelmente bem à custa de todo o resto da sociedade. O estado assistencialista fez com que praticamente não haja mais uma genuína mobilidade social.  Os degraus mais baixos da escada foram retirados em nome da compaixão.

Ser um progressista significa jamais ter de pedir desculpas.  Suas boas intenções valem mais que todos os resultados efetivamente obtidos.

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Os progressistas de hoje pensam e agem como se houvessem acabado de chegar de um universo paralelo:

a) Um endividamento trilionário significa que o governo federal ainda não gastou o bastante para resolver nossos problemas.

b) Pessoas se tornam instantaneamente mais honestas, competentes e preocupadas com o povo tão logo são eleitas para cargos públicos.

c) Se você obrigar patrões a pagar salários maiores do que a produtividade de seus empregados, eles ainda assim continuarão contratando mais pessoas, aceitando heroicamente seus prejuízos.

d) Regulamentações sempre fazem o bem, pois seus defensores têm boas intenções.

e) Confiscar dinheiro de terceiros por meio da tributação é algo perfeitamente correto e moral caso seja direcionado para “coisas boas”.

f) Civilizações ascendem e se tornam grandiosas ao punirem o sucesso e subsidiarem o fracasso. E entram em colapso quando adotam a liberdade e a livre iniciativa.

g) As pessoas têm o direito de ter tudo aquilo que quiserem, e devem exigir que os outros paguem, como educação gratuita, saúde gratuita, transporte gratuito e aborto gratuito.

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Quanto mais o governo cresce, mais pessoas sem caráter ele atrai. Óbvio: o prêmio almejado por esse gente é o poder de mandar em nossas vidas e a licença para controlar um orçamento trilionário, comprando favores com o dinheiro dos outros e ganhando agrados. A consequência inevitável disso é a deterioração do caráter de quem está em busca desse prêmio.

Quanto mais o estado cresce, mais a liberdade do indivíduo honesto encolhe em prol do crescimento dos escroques. O poder atrai pessoas ruins e pessoas ruins não saem de cena sem causar estragos.

Governo grande, com grandes poderes, atrai gente sem caráter.  Os progressistas de esquerda, que são os mais incansáveis defensores desse arranjo, parecem simplesmente não entender isso.

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