Imagine o seguinte: você é uma pessoa casada; Tem seu próprio negócio; Não é grande coisa, mas mantém você e sua família com um bom nível de conforto, então aparece um conhecido que você há algum tempo tem observado e ouvido falar dele, este cara lhe oferece uma nova oportunidade de negócio, contudo, é algo totalmente diferente do que você conhece; No início você esta cético quanto a rentabilidade do novo negócio, afinal, você já tem o seu e até agora tem dado certo, logo, não faz sentido troca o certo pelo duvidoso, entretanto, apesar da lógica te dizer pra você ficar na ’sua’, você decide trocar o certo pelo duvidoso, sua decisão foi tomada por um misto de espírito de aventura, desafio, adrenalina e também pelo carisma e lábia do seu novo sócio, que aliás, consegui convencer não só você, mas também 11 outras pessoas.  Apesar de você esta animado para o novo desafio,  precisa explicar ao seu cônjuge o porque da aventura, precisa aguentar a desaprovação de sua atitude e precisa também anima-ló para que entenda a sua  nova empreitada.

Como você deve ter concluído, não é uma atitude fácil, largar tudo pra entrar em um novo empreendimento a qual pouco se conhece e que não é possível se saber o resultado final previamente; Foi assim que os discípulos de Jesus sentiram quando ouviram o chamado do mestre para largarem tudo o que estavam fazendo, a fim de se tornarem ‘pescadores de almas’.

Oi, leitor pra você que chegou neste Post, o título acima corresponde a 5º lição da CPAD para a classe de Jovens do 1º trimestre de 2018.

REVISTA IOVENS 1° TRIMESTRE 2018

Chamados para serem pescadores de homens

Hoje quando desejamos estudar uma matéria ou disciplina, escolhemos o local, o horário, a plataforma de ensino, quanto vamos pagar pelo curso, e principalmente, com quem vamos aprender a nova habilidade ou conhecimento. Contudo, na época em que Jesus andou sobre a terra, não era o aluno que escolhia o mestre e sim o mestre que escolhia quem seria seu aluno, além disso, o mestre também  escolhia o que seria ensinado ao aluno, no tempo e pelo meio que achasse mais conveniente para o aprendizado da lição. Este paradigma foi aplicado por Jesus em relação aos seus discípulos; ele os escolheu, ensinou quando e como na hora em que desejou fazer. É importante que os cristãos de hoje, entendam que diante de Deus, o paradigma mestre/discípulo, estabelecido por Jesus, continua valendo; Por mais que  estejamos acostumados ao Google ou Youtube da vida, para receber resposta sobre qualquer assunto, não é a mesma coisa com o Criador. Ele é soberano. É Ele quem escolhe o tempo de agir;

O chamado de Jesus foi uma honra para seus discípulos, contudo, exigiu duras renúncias; Pedro, por exemplo, teve que renunciar seu próprio negócio de pescaria, além disso, precisou contar com o apoio da esposa para seguir a Jesus; Mateus teve que largar seu emprego de funcionário público para servir ao mestre, que nem mesmo tinha uma morada fixa para chamar de sua; Tiago e João tiveram que largar o negócio do pai, para seguir a Jesus; Todos os discípulos precisaram fazer renúncias de alguma forma, para serem sócios na empresa reino dos céus; Nos dias atuais, não é diferente; todo cristão é chamado a renunciar o mundo, o pecado e principalmente, a si mesmo;

Discipulado como estratégia de crescimento

Ninguém faz nada sozinho. Imagine se você tivesse que produzir a  sua própria comida, desde o momento da plantação da cultura ou criação  do gado, até o momento em que levasse a comida à boca para digerir; Se você não contar com o trabalho de outras pessoas, provavelmente morrerá de fome antes  que possa colher o que plantou; O fato é que não podemos produzir nada, sozinhos; Nem mesmo Deus que é soberano e tem todo o poder, fez ou faz tudo só, o livro de gênesis registra que Deus fez o mundo e o ser humano na companhia das 3 pessoas da trindade e sob a observação dos anjos dos céus; Portanto, não seria no plano da salvação que Deus deixaria de contar com a participação humana no processo;

Jesus treinou seus discípulos para que estes continuassem seu trabalho na terra depois que ele voltasse aos céus. O paradigma que Jesus deixou foi que um discípulo fiel se torna um professor quando gera novos discípulos e os leva a conhecer o caminho que conduz ao reino dos Céus.

A eficácia do ensino do mestre

Já tentou imaginar como deveria ser ouvir Jesus ensinando? Imagine ouvindo sua voz, vendo sua presença no meio do público, sua operação de milagres e a forma como quebrava paradigmas e pressupostos até então tabus sociais. O fato é que Jesus prendia a atenção de sua platéia; Não importava o tamanho da multidão, o povo buscava estar atento as suas palavras; O cristão precisa aprender com Jesus a ensinar sobre o reino dos céus; Jesus utilizava das parábolas para ensinar segredos espirituais, somente para aqueles que de fato o via como o messias, o enviado de Deus; nossa missão não é diferente, devemos convocar as pessoas a se arrependerem de seus pecados e olharem para Cristo, contudo, a maior parte delas rejeitará o evangelho de Jesus, entretanto, todos aqueles que o aceitarem, serão feitos discípulos de Cristo se obedecerem a palavra de Deus. Para ensinar estes novos discípulos, Deus conta conosco!

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