Um dos pontos mais controversos da bíblia para aqueles que duvidam de sua autenticidade é a concepção e o nascimento de Jesus. Se há 2000 anos atrás, já não era simples explicar e acreditar que uma mulher virgem pudesse engravidar sem que houvesse relação sexual com um homem, no dias atuais, muitas pessoas perderam a fé nas escrituras, outras, ridicularizam o nascimento de Cristo, sua concepção e fazem piada daqueles que ousam crer nas escrituras.

Entretanto, independemente do que as pessoas pensam, Jesus nasceu pela ação do espírito santo através uma mulher virgem. Com esta afirmação, declaro a minha fé no relato que a bíblia faz deste importante acontecimento. Não espero que o leitor  entenda como foi a concepção sem a participação masculina, contudo, que creia que para Deus, tudo é possível.

Oi, leitor pra você que chegou neste Post, o título acima corresponde a 2º lição da CPAD para a classe de Jovens do 1º trimestre de 2018.

REVISTA IOVENS 1° TRIMESTRE 2018
Comentarista: Natalino Neves

Maria

Você já deve ter visto adolescentes que vivem vidradas em um cantor, jogador ou celebridade qualquer? A maior parte delas sonham encontrar seu ídolo, frente-a-frente, as mais fogosas, sonham em ir pra cama com o ‘cara’; quando finalmente encontram o ídolo, algumas ficam histéricas, algumas gritam, algumas choram, outras desmaiam, outras ficam violentas, e na maior parte das vezes, elas fazem isso tudo ao mesmo tempo.

Na época do nascimento de Jesus, sua mãe, Maria, estava saindo da fase da adolescência para juventude e assim como suas amigas de infância e adolescência, sonhava com o ‘cara’, com ‘mito’, mas não era um sonho como das adolescentes atuais, de namorar ou ficar com seu ídolo, o sonho de Maria e das jovens de sua época, era ser a mãe do cara que libertaria Israel do domínio romano.

Maria foi agraciada por Deus em ver seu sonho realizado. De seu útero saiu o salvador do mundo, contudo, ser agraciada por Deus não significava que Maria fosse perfeita, santa e sem pecado, simplesmente Deus em sua sabedoria, escolheu usar aquela jovem levita como a mãe de seu filho Jesus, e esta jovem creu em Deus e na sua providência, creu que mesmo sendo virgem, ainda sim, poderia conceber ao salvador do mundo e o mais importante: sempre reconheceu seu papel de serva no plano divino.

José

Você já deve ter visto casais formados por um homem de 40 anos e uma moça de 20? Isso era muito mais comum no passado do que nos dias atuais. Foi o caso dos pais de Jesus, José era um homem maduro e bem conhecido pelo seu trabalho, sua situação financeira já era estável na época em que decidiu-se casar. Naquela época era comum o casamento por acordo comercial, onde o pai da noiva recebia um dote do pretende pela sua filha, ficando assim acertado o casamento. Este acordo poderia ser rompido, contudo, era necessário que o noivo apresentasse os motivos legais perante a sociedade e se estes fossem considerados suficientes para o fim do contrato, cabia ao pai da noiva devolver o dinheiro recebido pela filha. Assim foi o casamento de José e Maria; ele ofereceu um dote ao pai de Maria que por sua vez aceitou, por fim, marcaram a data de núpcias até que neste meio tempo, Maria acha-se grávida pelo espírito santo, José ao saber disso, decide romper o contrato de casamento, contudo, ao invés de buscar o dinheiro do dote, revelando o caso perante a sociedade da época, ele simplesmente resolveu deixa-lá e ir embora, sua intenção é interrompida por um sonho onde ele recebe a orientação divina para que receba Maria por mulher e que de o nome de Jesus para a criança que havia de nascer.

O fato é que José era um homem honrado e que faz falta aos dias de hoje. Pare e pense, quantos homens teriam coragem de assumir um filho que não fosse seu, sabendo que poderia ter sido traído por sua noiva? Ou ainda, quantos homens deixariam de receber uma quantia considerável em dinheiro para não comprometer a reputação de uma mulher que possivelmente o traiu? Como se vê são atitudes raras de se encontra em um homem nos dias de hoje, entretanto, foi assim que José agiu.

Mas porque Deus escolheu aquele homem de meia idade, para ser o padrasto de seu filho na terra? O fato é que José era descendente do rei Davi e ao adotar Jesus como seu filho, colocava-o na mesma condição: candidato ao trono de Israel. A verdade é que Jesus e José jamais procuraram se tornarem reis de Israel devido a sua descendência real, contudo, Jesus é rei, mas o seu reino não é terreno, não é formado por exércitos,construções ou extensas faixas de terras; seu reino é celeste, humano e institucional, formado por Deus, por seres humanos e por instituições que o reverenciam como senhor.

A concepção virginal de Jesus

Ao iniciamos este artigo, comentei a respeito da concepção virginal de Jesus; para muita gente este relato é simplesmente fantástico demais para se acreditar e não passa de lenda, contudo, a bíblia foi escrita para as pessoas que tem fé em Deus e em seu poder. Muitos dos relatos bíblicos têm paralelos semelhantes nas culturas pagãs, como o caso do dilúvio, as 10 pragas do Egito, ou mesmo a encarnação de Jesus e seu ministério na terra, contudo a concepção virginal de Jesus é singular, nenhuma outra cultural produziu qualquer tipo de relato semelhante a este, logo, não pode ter sido copiado de outra cultura, acusação comum, feita por aqueles que não crêem na autenticidade da palavra de Deus.

O fato é que no princípio era o verbo, o verbo estava com Deus e o  verbo era Deus e através dele tudo se fez, por fim, este verbo se fez carne e habitou entre os homens e vimos a sua glória como a glória do filho único de Deus, e todo aquele que deposita sua confiança nele, não é enganado.

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