Quando apóstolo João recebeu na ilha de Patmos á revelação do final do tempo humano na terra, ele viu 4 cavaleiros sendo que  1 deles montava um cavalo negro e trazia em sua Mão, uma balança e uma voz assim dizia “Só um quilo de trigo por um denário, ou três quilos de cevada, mas não há azeite de oliva nem vinho.” Nos tempos bíblicos, o trigo e a cevada representava a base da pirâmide  alimentar da maior parte das pessoas, por outro lado,o salário mínimo de um trabalhador livre era 1 denário por dia, significando que nos dias finais, a comida se tornará escassa e cara, sendo necessário que as pessoas gastem todos os recursos conseguidos por seu trabalho, simplesmente para que possam comer e evitar a fome. Por outro lado, nos tempos bíblicos, o azeite de oliva e vinho eram artigos de luxo usados em ocasiões especiais, contudo, no final dos tempos, eles estarão em falta, o significado é claro: não haverá ocasiões especiais para se comemorar ou festejar, a alegria simbolizada pelo vinho será efêmera, o azeite de oliva que simboliza o contentamento e a auto-realização, simplesmente serão impossíveis de conseguir.

Oi, leitor pra você que chegou neste Post, o título acima corresponde a 3º lição da CPAD para a classe de Jovens do 4º trimestre de 2017.

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Tudo isso que relatei aqui ocorrerá no período em que a bíblia chama de grande tribulação, período este posterior a volta de Cristo à terra para buscar sua igreja, enquanto este tempo não chega, estamos vivendo aquilo que Jesus chamou de o ‘começo do fim dos tempos’, tal período seria marcado por guerras, desastres naturais, falta de paz e amor, revolta contra Deus e sua palavra, doenças e epidemias e a fome  que assolaria a terra.

Mas porque a fome continua assolando a humanidade, apesar dos grandes avanços tecnológicos na produção e conservação de alimentos?

A fome nas escrituras sagradas

Para o inicio de conversa, a bíblia deixa claro que a fome foi uma conseqüência do pecado do primeiro casal. Antes disso, Deus, presenteou a primeira família com um local abundante em comida, o jardim do Éden, além disso, quando o homem desejava plantar, Havia facilidade em colher o que se plantou. Contudo após o pecado, uma das maldições impostas por Deus, foi justamente a dificuldade em se colher com fartura o que foi plantado, sendo necessário suor e muita paciência. O solo amaldiçoado por causa de Adão, trouxe implicações econômicas que perduram até os dias atuais, sendo que a fome é um efeito colateral do solo amaldiçoado.

A fome e o pecado ou escassez e competição

Como lemos, a fome surgiu devido ao pecado humano; Hoje, ela continua sendo potencializada pela iniquidade (vida constante de pecado) humana. Antes da queda do homem não havia a necessidade de competição e nem a instabilidade das relações humanas, contudo, devido a maldição sobre o solo, todos os recursos naturais se tornaram escassos, logo para se obtê-lós, os primeiros homens passarão a competir entre si, logo tal competição deixou de ser do tipo ‘ quem chegar primeiro, leva!’ e passou a envolver a guerra declarada contra a existência do outro. Infelizmente não foi apenas as guerras que causaram e continuam causando fome ao redor do globo, muitos outros fatores como a preguiça, corrupção, consumo desenfreado e principalmente, governos injustos ou socialistas tem sido flagelos piores para as populações afetadas, fazendo com que a fome seja uma dor conhecida de milhões de pessoas no século 21.

Mas o que nos cristãos, podemos fazer para combater a fome?

A primeira coisa que cristão deve estar ciente no combate a fome, é que ela tem origem no pecado e é uma característica que anuncia a volta de Jesus. Após isto, devemos fazer o óbvio: dar comida aos famintos, entretanto, jamais alimentado preguiçosos ou pessoas que desprezam o trabalho honesto, caso contrário, estaremos cometendo pecado. Em relação a pratica de alimentar as pessoas, devemos sempre contar com os nossos próprios recursos e com a graça de Deus. Jamais devemos pedir ajuda ao estado ou depender de recursos espoliados da população, para fazer o bem. Aliás, quanto mais distantes estivermos da atenção estatal no combate a fome, drogas, prostituição e outros males, maior será o nosso êxito em conseguir mitigar tais males sociais.

Além disso, outra importante decisão que podemos retomar é a prática cristã que a igreja primitiva fazia, isto é, a igreja era uma associação cooperativa entre seus membros, um clube social; infelizmente muitos cristãos, acreditam que ir ao templo é apenas uma reunião espiritual, contudo quando lemos atos dos apóstolos, observamos que os cristãos primitivos faziam mais do que isso, para eles, as assembléias dos santos, era local de entretenimento, fomentação de negócios e de comunhão no partir do pão.

Apoio ao livre mercado

Por fim, nós cristãos devemos apoiar, o livre mercado, um arranjo baseado no principio divino da cooperação entre seus membros, que permitiu a humanidade superar o solo amaldiçoado e sobreviver a fome, além disso, a igreja de Cristo deve buscar seguir o plano divino no combate a fome e a pobreza extrema. Este plano consiste nas seguintes fases: trabalhar, economizar, vender e partilhar.

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