Oi, leitor pra você que chegou neste Post, o título acima corresponde a 4º lição da CPAD para a classe de Jovens do 2º trimestre de 2017.

revista de jovens 2017-2
Comentarista:César m. Carvalho

Já parou pra pensar quando foi que o pecado se originou na vida de Adão e Eva? Para a maior parte dos leitores da bíblia, o pecado se originou no momento em que Eva comeu do fruto proibido, contudo uma análise detalhada do texto bíblico demonstra que o pecado começou na mente de Adão, no momento em que este foi convencido por sua mulher a provar do que não era permitido por Deus. [Se apenas Eva tivesse provado do fruto proibido, isso em si não seria pecado contra Deus, mas uma ofensa ao seu marido Adão, já que Deus havia dado a ordem proibitiva a Adão e não Eva. No momento em que Deus proibiu Adão de comer da arvore do consciência, Eva ainda não existia.]  O fato é que o pecado surge em nossa mente. La esta a principal batalha que devemos travar. Jesus demonstrou que as pessoas de sua época pecavam mesmo quando achavam que estavam seguindo a lei dada por Moises, o erro destas pessoas estavam em não perceber  que a lei condenava o sentimento que levava ao pecado e não apenas a ação em si, o resultado era que mesmo cumprindo parte da lei, ainda assim os judeus continuavam pecando.

Não odiar, cobiçar ou desprezar

Jesus foi alem do que se entendia como o pecado do homicídio, ele condenou não apenas o assassinato em si, mas a causa dele, isto é o sentimento de ódio, o mesmo sentimento que motivou o 1º assassinato registrado na bíblia, o de Caim contra seu irmão Abel, o fato é que todo assassinato premeditado é um crime de ódio, mesmo que o crime tenha motivo passional, ainda sim no momento em que ocorre a ação o executor esta possuído pelo ódio satânico.

Jesus também deu um novo entendimento sobre a lei do adultério, até então  os judeus se preocupavam em punir exemplarmente o casal adultero pego no ato, contudo Jesus demonstra que o pecado nascia no momento em que o desejo sexual era despertado tendo como objeto de cobiça,  uma mulher  que não fosse sua cônjuge. Certamente isso pegou os Judeus de surpresa, pois para eles, se ficasse apenas na cabeça não tinha problema, entretanto o senhor Jesus da  alguns exemplos figurativos, explicando que aqueles desejos eram impuros e que cedo ou tarde levaria o pecador para o inferno.

Nos dias atuais, o contrato de casamento perdeu parte da moral e do respeito que recebia da sociedade. No meio cristão, Casar não é mais um sonho ou ciclo natural da vida, se tornou apenas um salvo conduto pra sexo licito, não obstante surgem os casos de divórcios no meio dos crentes, tais situações são contraditórias com a interpretação da lei ensinada por Jesus, onde o mesmo pregava a indissolubilidade do contrato de casamento, enquanto os dois cônjuges estivessem vivos, a não ser que um deles viesse a ser prostituir e não quisesse voltar a uma vida de santidade.

Não jurar, revidar ou vingar-se

Se dependesse de Jesus, cartórios e tabeliães não existiriam. O fato é que para o senhor, um homem deveria honrar e cumprir com sua palavra sendo que esta deveria ser clara, direta e concisa. Um verdadeiro homem pra Jesus tinha que ter credibilidade na sua palavra, ou era sim ou era não. O fato de Jesus proibir qualquer tipo de juramento ou escamoteação da credibilidade de uma pessoa, esta no fato de que ao jurar por Deus ou qualquer outra coisa, o jurante esta repassando a sua responsabilidade para quem esta sendo objeto do juramento e o pior, ao fazer o juramento em nome de outro, esta dando um atestado de mentiroso, ao ponto que suas palavras não têm valor algum de verdade, portanto usa outro para ser o avalista da verdade.

Jesus também fez um contraponto à lei do talião ou código de Hamurábi que dizia ‘olho por olho, dente por dente’, na época a Judeia estava sendo dominada pelo império romano, isso fazia dos romanos os inimigos naturais dos judeus, contudo o senhor Jesus coloca as coisas de uma maneira diferente, para ele, um verdadeiro filho de Deus, não deveria olhar o inimigo romano como um ser diferente de si mesmo, mas como uma pessoa que pudesse ser alcançada pela graça de Deus, neste caso o filho de Deus seria um agente da mudança, onde através da misericórdia e da humildade, o inimigo poderia se tornar um irmão. Além disso,Jesus falou a respeito do amor que devemos ter para com o próximo e também para com os inimigos ou aqueles que nos odeiam, entretanto, as pessoas confunde amor com libertinagem, para alguns pessoas amar o próximo é aceitar o que ele é, mesmo que suas ações sejam erradas, e suas idéias sejam antibíblicas, ainda assim em nome do ‘amor cristão’, não se pode condenar ou punir as ações pecaminosas, o fato é que o amor que Cristo ensina é semelhante ao amor que um pai tem por seu filho, se este acerta, o pai tem alegria de elogiar e ficar orgulhoso do filho, contudo quando este erra, é necessário a repreensão  seguida da punição pelo erro cometido.

Perfeitos como Pai

A palavra ‘perfeição’ em nosso vocabulário trás nos a idéia de algo ou alguém sem defeitos, logo se for empregada em uma situação que exija este sentido como dever essencial de uma pessoa virtuosa, acaba por trazer desanimo ao ouvinte.

Jesus terminou o seu discurso dizendo que deveríamos ser perfeitos como Deus o é, levando se em consideração o sentido que damos para o vocábulo ‘perfeição’ é simplesmente impossível um ser humano ser perfeito como Deus é, contudo, Jesus esta nos ordenando a ser coerentes com sua palavra, se de fato cremos nele devemos buscar seguir os seus ensinamentos, neste sentido a palavra perfeição significa buscar uma constante transformação da personalidade carnal em uma personalidade dirigida pelo espírito santo.

Conclusão

O apóstolo Paulo deixa claro na carta aos Romanos que todos os homens e mulheres pecam, isto é, em algum momento de suas vidas, eles irão desobedecer a uma ordem divina, com tudo ele também esclarece que pela graça de Deus é que podemos alcançar a salvação, já que a mesma é um presente divino e não uma promoção ganha por méritos próprios. O fato é que nem sempre conseguiremos seguir a interpretação da lei que Jesus ensinou, contudo, devemos buscar  ter as nossas intenções aliadas a vontade de Deus.

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